PÁGINAS

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Sanguinários

Há um ditado contado por nossos avós. O meu bisavô era Sírio Libanês. Eles diziam: Quando um adulto vê uma criança se afogando larga tudo e vai salvá-la. É instinto. (Peter Singer lembrou isso nessa semana em palestra no Fronteiras do Pensamento - Porto Alegre).
Parece que o instinto sanguinário Bashar Assad desconsidera isso. Ele realmente é terrivelmente do mal. A foto diz tudo. Terrível. A pergunta não é apenas de retaliar ou não esses sanguinários.

Pensem um pouco. Não se monta arma químicas e ataques químicos sem logística. Tem produtos que foram adquiridos, montados em bancadas; é preciso técnicos para isso; é preciso embalar e transportar; é preciso toda uma logística específica para isso .... Alguém também encomendou os artefatos. Alguém pagou por eles. Alguém vendeu. Uma logística do mal deve ser desvelada e aniquilada.

domingo, 25 de agosto de 2013

A questão judaica é uma grande mentira! Banalização do mau na era tecnológica não?

Assisti a dois filmes sobre o tema da questão judaica. Um mais ficcional:  The DEBT - Traduzido como: A grande mentira e o outro mais reflexivo que assisti numa sala de cinema: Hannah Arendt que é o retrato de uma genialidade que sacudiu o mundo com sua descoberta da banalidade do mal
.
The DEBT trata de um suspense de espionagem filmado em Tel Aviv, no Reino Unido, e Budapeste. A Dívida é dirigida pelo indicado ao Oscar John Madden e o roteiro é de Matthew Vaughn, Jane Goldman e Peter Straughan.
É uma refilmagem adaptada do filme de 2007 israelense Ha-Hov [ The Debt ].
A história começa em 1997 com uma notícia chocante que atinge 3 agentes secretos aposentados.
Todos os três agentes foram venerados por décadas em Israel por causa de uma missão secreta de um sequestro por volta de 1965-1966. O resultado publico da  missão era uma grande mentira. O objetivo da missão era sequestrar na Alemanha Oriental um criminoso de guerra o nazista Dieter Vogel um cirurgião cruel, assassino e torturador de Judeus -incluindo - de crianças e velhos.
Era um operação de grande risco e com um custo pessoal considerável. O suspense se constrói por dentro de dois períodos de tempos diferentes (passado e presente) com ação e revelações surpreendentes. A operação na época foi um fracasso, mas eles mentiram sobre sua finalização. O prisioneiro fugiu, mas eles criaram uma versão de que o cirurgião teria sido morto de modo heroico pela personagem de Helen Mirren.
 (Focus Features e apresentação de uma produção Miramax Films).

Por 30 anos eles foram vulnerados como um rochedo que paira sobre suas cabeças o moralismo clássico do judaísmo. Tiveram que conviver com a farsa até a notícia - já aposentados - da possível descoberta de que o nazista estava vivo na Ucrânia.
A questão aqui é o problema mobilizador inquestionável por um país inteiro de uma invasão e sequestro e da dificuldade dos combatentes espiões enfrentarem a culpa de um fracasso de uma missão cujo o seu fracasso era inconcebível.
Aqui me parece que os Judeus se enredaram na confusão que os bárbaros nazista lhe infringiram.
A questão judaica, como a mussulmana, a cristã, indu, budista é uma questão de tolerância religiosa, cultural e comportamental. Não se trata de uma falsa questão biológica,  de raça.
A diversidade, a pluralidade cultural e de crenças é tradada como uma guerra contra um racismo. Isso torna a questão de INTOLERÂNCIA aqui pior do que ela já poderia ser.: UM ABSURDO.

O próximo filme que assisti sobre o tema foi:  HANNA ARENDT. Retrato do gênia que sacudiu o mundo com sua descoberta da banalidade do mal. Depois de participar do julgamento do nazista Adolf Eichmann em Jerusalém Hannah Arendt ousou escrever sobre o Holocausto em termos nunca antes escrito. Seu trabalho instantaneamente provocou escândalo na comunidade intelectual que
tanto a idolatravam.  Arendt continuou forte em sua abordagem,  mesmo sendo atacada igualmente por amigos e inimigos. Porém ao mesmo tempo em que os emigrantes judeu-alemães lutam para superar suas dolorosas associações com o passado o filme expõe a sedutora mistura de arrogância e vulnerabilidade.
 Hannah Arendt revelou  uma alma definida e marcada pelo exílio por questionar o senso comum intolerante e conservador.
O mais absurdo é que muitos apelam bases "científicas" e racionais para vingar e proteger ou pior ferir e até mesmo aniquilar uma raça - que não é uma raça  - e sim um legítimo campo de práticas culturais e religiosas.
Ser Judeu é particiár de um campo histórico, cultural e religioso de uma parte histórica da humanidade, ou seja,  ser Judeu - se torna uma crença mobilizada não por comportamentos de  comunicações de moleculares, mas de práxis culturais e sociais.
 Por mais ridículos que possa ser os argumentos biológicos a eugenia é também muito mais complexa do que essa ideologia radical e maléfica da  intolerância promovida por qualquer membro "inteligente" de nossa inteligente espécie. 
Porém a genialidade de Arendt é que ela toca numa questão ainda mais sutil e vital dessa barbárie. Como uma espécie tão inteligente é capaz de banalizar o mal dessa grandeza e escala e modo tão explícito?
No roteiro do filme: O Advogado do Diabo tem um diálogo do diabo comentando em voz alta sobre o porque ele consegue sempre uma brecha para entrar na alma humana: a vaidade!
Basta um pequeno elogio que o princípio da da conformidade do outro - um aplauso individual ou em coro - abra um canto, uma janela, um ponto ou uma compota imensa para sua energia maléfica entrar. É só entrar sem esforço. 
Arendt mostra também uma saída: o mal não pode ser banalizado pela impessoalidade de sistemas racionais, funcionais e cada vez mais enclausurado por sistemas  cibernéticos automáticos.
Ninguém e mais poderoso atualmente do que o SEU SISTEMA. Trata-se talvez de um poderoso senhor de comando invisível,  tomado por seus circuitos invisíveis. 
Quando nos deparamos no dia a dia com problemas quem não ouviu que a culpa e do SEU SISTEMA;.
A culpa e sempre do sistema . Um sistema onde pessoas e intencionalidades são ausentes! 

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Mudar o Brasil é mais dificil que curtir no face!

O título já diz tudo. Onde está a meninada da rede? Cansaram;  deletaram. Delegaram?
7 de setembro está chegando. Não está na hora de Preparar para voltarem para as ruas - quem sabe até la a chinelagem já tenha se cansado? Não há vácuo no poder para quem quer construir o novo.
Gilson Lima.