PÁGINAS

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

O QUE CHAMAMOS DE STRESS É UMA DOENÇA DAS SOCIEDADES MODERNAS

Gilson Lima
(cientista, inventor, escritor, compositor, cantor, professor universitário, pesquisador industrial).

O Stress é algo natural, de vital importância e criado na evolução para defender o nosso corpo dos perigos e ataques de predadores. Diante de ameaças nosso cérebro prepara nosso corpo para enfrentar: ejeta adrenalina para diminuir ou zerar a dor, cortisol para aumentar nossa agilidade e resistência e intensifica a ação da amigdala (um núcleo interno cerebral responsável pelas emoções ditas “negativas” ( como medo e ameaças).


Aquilo, porém que chamamos de stress no senso comum é uma doença social adquirida e inventada, principalmente a partir da economia industrial. Uma tensão nervosa permanente, uma patologia que ativa os mesmos processos primários de defesa do corpo, mesmo quando não estamos sendo atacados ou submetidos por um determinado perigo ou ameaça. Uma doença histórica, cultural e inventada e que só pode ser curada socialmente, não apenas individualmente.... e que está sendo elevada ao extremo com o uso intensivo de interação com as rápidas telas e displays de celulares e computadores.


NANOTECNOLOGIA - Tatuagens geram nanopartículas que se depositam nos gânglios

Tatuagem superficial, efeitos profundos

Os elementos que compõem a tinta usada nas tatuagens viajam dentro do corpo humano na forma de micropartículas e nanopartículas e atingem os gânglios linfáticos.
É a primeira vez que foram encontradas evidências analíticas do transporte de vários desses pigmentos orgânicos e inorgânicos e impurezas de elementos tóxicos, o que exigiu a caracterização em profundidade dos pigmentos ex vivo em tecidos tatuados.
Os resultados, obtidos por uma equipe da França e da Alemanha que utilizou o Laboratório Síncroton Europeu (ESRF) para caracterizar os tecidos e os contaminantes, foram publicados na revista Nature Scientific Reports.
"Quando alguém quer fazer uma tatuagem, frequentemente [essas pessoas] são muito cuidadosas na escolha de um estúdio onde se usa agulhas estéreis que não foram usadas anteriormente. Ninguém verifica a composição química das cores, mas nosso estudo mostra que essas pessoas deveriam fazer isto," resumiu o professor Hiram Castillo, membro da equipe da pesquisa.
Tintas para tatuagens podem conter benzeno e metais pesados. Tatuagens geram nanopartículas que se depositam nos gânglios.
Imagens de fluorescência de raios X mostram as nanopartículas já depositadas no tecido - incluindo partículas de dióxido de titânio.
Segundo a equipe, pouco se sabe sobre as potenciais impurezas na mistura de cores aplicada à pele durante as tatuagens. A maioria das tintas de tatuagem contém pigmentos orgânicos, mas também incluem conservantes e contaminantes como níquel, cromo, manganês ou cobalto. Além disso, depois do carbono negro, o componente mais encontrado nessas tintas é o dióxido de titânio (TiO2) que, na forma de nanopartículas, pode ser ativado pela luz do Sol e tornar-se tóxico no interior do corpo humano.
"Nós já sabíamos que os pigmentos de tatuagens viajam para os gânglios linfáticos devido à evidência visual: os gânglios linfáticos ficam coloridos com a cor da tatuagem. É a resposta do corpo para limpar o local de entrada da tatuagem. O que nós não sabíamos é que os pigmentos viajam de forma nano, o que implica que eles podem não ter o mesmo comportamento que as partículas em um nível micro. E esse é o problema: não sabemos como as nanopartículas reagem," explicou o pesquisador Bernhard Hesse.
As medições de fluorescência de raios X mostram uma ampla gama de partículas, com até vários micrômetros de tamanho, na pele das pessoas que se tatuaram, mas apenas partículas menores (nano) foram detectadas nos gânglios linfáticos. Isso pode levar ao aumento crônico do linfonodo e à exposição ao longo de toda a vida.
A equipe da peaquisa também relata fortes evidências tanto da migração quanto da deposição a longo prazo dos elementos tóxicos e dos pigmentos das tatuagens, bem como de alterações conformacionais de biomoléculas que têm sido associadas à inflamação cutânea e outras adversidades após a tatuagem.
O próximo passo da equipe será inspecionar novas amostras de tecidos de pacientes com efeitos adversos em suas tatuagens, a fim de verificar se há ligações entre esses efeitos e as propriedades químicas e estruturais dos pigmentos usados para criar as tatuagens.
Fonte: Redação do Diário da Saúde.

terça-feira, 19 de setembro de 2017

SHOW LANÇAMENTO DO MEU PRIMEIRO CD KOWALSKY 1.0 - Gilson Lima


SHOW Lançamento CD - Extended play - SEU Kowalsky e Banda
Terça. 31 e outubro - 2017.
HORÁRIO: 21:00 hs.
LOCAL:     Sargent Peppers - http://www.peppers.com.br/#!/home/
Venha assistir e divertir com o LANÇAMENTO DO MEU PRIMEIRO CD - Extended play (EP) KOWALSKY 1.0 - Gilson Lima.

Clique aqui e confirme sua presença:


https://www.facebook.com/events/173278659910709/

Retornando a música que compus quando adolescente. Músicas autorais próprias ou com parcerias e algumas interpretações.
INGRESSO: R$15,00
SUA PRESENÇA SERÁ MUITO IMPORTANTE PARA MIM.
BANDA: Vinícius Silveira (Guitarra); Allan Forell (Guitarra); Saul Farias (Baixo); Fábio Fragoso (Bateria) + convidados.
LOCAL: Sgt Peppers - R. Quintino Bocaiúva, 256 - Moinhos de Vento, Porto Alegre.
Terça. 31.10.17. 
Horário: 21:00 hs às 22:30.

terça-feira, 1 de agosto de 2017

domingo, 2 de julho de 2017

A Nova Juventude Simbiótica

BEM VINDA JUVENTUDE SIMBIÓTICA - (simbiogênica) - filha revolução dos Nerds!

A juventude simbiótica (simbiogênica) que está mostrando um novo acontecer nas cidades e na política e no universo lúdico é filha da revolução feita pelos Nerds.




Os Nerds nos deram as teles e os pixels fantásticos, mas acabaram nos tirando uma grande parte da energia vital que só é possível quando acontecemos juntos uns com os outros em carne, osso em espírito entre as redes diversificadas de vida.

A atual complexidade dos eventos simbióticos (redes e ruas) só é possível por que os nerds nos brindaram com o seu sonho de viverem numa realidade totalmente cibernética e a-simbiótica (velho dualismo: sujeito-objeto; realidade vital- realidade virtual, humano e natureza, cultura e natureza,...). Muito da face antissocial e muito autista dos nerds impôs a comportamentos ilhados que nos potencializaram como agentes individuais com grande capacidade de agenciamento de si mesmo. Isso foi ótimo. A terrível geração materialista os clássicos socialistas ao liberais individualistas de modo altamente contraditório se associaram a ações coletivas que anulavam as pessoas.

Os Nerds modernizaram isso com seus sistemas cibernéticos.  Nos afastaram das ruas, da vivência de pele, do desassossego do outro, .... A rua abandonada foi ocupada pela violência e veículos rápidos – mesmo às vezes andando um pouco mais veloz do que uma carroça. O sonho dos Nerds da pura cibernética é controlar toda a energia das redes em códigos e cálculos lógicos de modo que assim também controlar ou programar os comportamentos humanos como se fossemos robôs de busca. Não somos seus robôs,  mas gostamos deles.

Os Nerds alimentam a velha ideia nas organizações do sistema sem sujeito. O sistema puramente cibernético (esse sujeito que é anônimo) está sempre acima dos comportamentos humanos. Como deuses pitagóricos (deuses números) é uma entidade metafísica que programa as redes programam nós juntos, apenas presos numa rede dentro do vento.


A nova geração do symbiótica em gestação no planeta é híbrida. Voa nos nós velozes das redes de vento e querem também viverem em simbiose com a lentidão humana do convívio das ruas e praças, dos pátios, do universo do lúdico e longe da hipocrisias instaladas em sólidas crenças que petrificaram junto aos sistemas anônimos que nos dominam. Isso é muito novo.
Eles querem viver na rua, livres, assim como livres voam pelos bytes e as suas telas. Estão aprendendo a trazer o espírito criativo e lúdico das interfaces criativas e lúdicas das redes sociais para a vida social também fora das telas e dos displays. São pacíficos, inteligentes, criativos, múltiplos, tolerantes, sempre curiosos ao novo e não gostam de hipocrisias.

Os Nerds foram uma transição da dimensão e império da matéria para uma revalorização da lógica suportada na velocidade da energia elétrica. Isso é ótimo. A cultura da interface com a vida fora dos displays é mais lenta, mais pele e em hibridismo torna-nos melhores do que éramos descolando para um puro cyberpitagorismo ou um humanismo altamente conservador.
Que venha novos tempos e com ele novas formas de pensar e acontecer no mundo com o mundo e não como uma entidade divina fora dele.

Em nota. 01. Um parêntese sobre educação: Nada adianta pensar a educação só pelo prisma dos recursos (de novo – os velhos materialistas).  Se algo não está nada bem colocar mais recursos nisso pode ser pior ainda. Acelerar ainda mais a sobrevida de um atraso que perdemos lá atrás. Com o atual design de espaços e salas de aulas altamente teoricistas, que separam a cognição da emoção, a aula do intervalo em padrões de encontros tão rígidos; quase não encontramos locais de experimentação, não encontramos disciplina para experimentar e aprender além do nome das matérias que se organizam também em rígidas disciplinas; a neurose da memorização de longo prazo como dogma da inteligência cognitiva, a desconsideração do corpo e das atividades esportivas e lúdicas (tidas como saberes primários ou pré-cognitivos), a inexistência da ligação entre as teorias acadêmicas e as práticas de experimentações de oficinas que integram o fazer e o pensar em constante singularidade em uma simbiose viva. Pergunto-me: Por que a geração democrática deixou intacto o sistema escolar herdada da ditadura e da Guerra Fria? Entra governos democráticos e sai governos democráticos e só se faz reformas tipo puxadinhos no atual sistema educacional que herdamos de 1969. 

Em nota 02. Os velhos movimentos sociais, sindicais, partidários organizados apenas pelas dinâmicas coletivas sem pessoas que acontecem como si mesmas e junto no mundo são muito mais violentos e primários. Associam o poder a testosterona da guerras de movimentos de ataques frontais e organizados. Nada de novo.

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Minha pesquisa finalizada: Simbiogênese aplicada na reabilitação!!!! Simulando o SYMBIOS - exoesqueleto para paraplégicos - (protótipo para escala humana) CAMINHANDO! - Sensor de Presença

https://www.youtube.com/watch?v=fpfGi83WSQw
Minha pesquisa finalizada: Simbiogênese aplicada na reabilitação!!!! Simulando o SYMBIOS - exoesqueleto para paraplégicos - (protótipo para escala humana) FICAR DE PÉ! - Sensor de Presença.

https://www.youtube.com/watch?v=Seo686cp1WQ


Minha pesquisa finalizada: Simbiogênese aplicada na reabilitação!!!! Simulando o SYMBIOS - exoesqueleto para paraplégicos - (protótipo para escala humana) descendo escada! - Sensor de som.
https://www.youtube.com/watch?v=0j9wTxkfj5Q










quarta-feira, 24 de maio de 2017


Minha pesquisa finalizada: Simbiogênese aplicada na reabilitação!!!! Simulando o SYMBIOS - exoesqueleto para paraplégicos - (protótipo para escala humana) subindo escada! - Sensor de som.

https://www.youtube.com/watch?v=hEwxTnbDqHU



sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

ÚLTIMA BATALHA

Cantando minha nova música autoral. Última Batalha. Vídeo feito pelo alunos de Comunicação social da UNISC - Universidade de Santa Cruz do Sul.

Gozo de mim

Gozo de mim
 
No acaso raso de meu conforto lúcido
Capturo selvagem desespero candente
De ser quem fui e não serei para sempre
Interajo com medo descendente
Diante da orla de gratidão do que tornei em mim

Ser contido, frágil, limitado
Torna-me pleno, sereno e ágil nas minhas inquietudes
Por que sou o que sou
Nada mais que isso
Aqui! Em pleno gozo de mim

23/11/2016


sábado, 24 de dezembro de 2016

Happy Xmas 2016

Happy Xmas. MEUS CAROS AMIGOS. Abaixo... clipe gravado pelos alunos no Studio onde estudo técnica vocal. Também faço uma palhinha. Com esse vídeo desejo a todos um feliz Natal repleto de comemorações que transbordam alegrias com todos em sua volta. 

https://www.youtube.com/watch?v=xZXWjm4_RSA

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Cultura Brasileira

Para conhecer mais um trabalho de Gilson Lima - Seu Kowalsky (com y - hehehe). Clipe feito pela turma de Comunicação - áudio visual da Universidade de Santa Cruz do Sul - UNISC. Rio Grande do Sul/Brasil.

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

NOVA COMPREENSÃO DO CÉREBRO: uma revolução na aprendizagem

Gilson Lima
Pesquisador industrial e cientista independente, Músico, inventor. 



Os avanços significativos dos estudos do cérebro começam com SANTIAGO RAMON Y CAJAL: a abordagem neuronal! No final do Século XIX com o isolamento do neurônio.. (desenho ao lado). Apresentado em um Congresso da Sociedade Anatômica em Berlim em outubro de 1889. Cajal expôs seus desenhos feitos em papel com tinta colorida e a unidade básica do cérebro - o neurônio -   foi formalmente isolada. (Não retículo contínuo – rede indissociada - proposto por Camilo Golgi no mesmo período).

Cajal expôs evidências para hipóteses sobre o sistema nervoso – os axônios das células são as saídas para os impulsos nervosos e os dendritos as entradas - “Lei da Polarização Dinâmica” e em 1906 um discípulo de Cajal cunhou a palavra -sinapse- para descrever a junção entre uma célula nervosa e outra.


A novidade atual é poder observar o cérebro em funcionamento. Isso ocorre ha pouco tempo.
Há 100 anos sabemos que vemos com a parte de trás do cérebro, mas somente ha pouco tempo têm-se obtido uma luz de como funciona essa parte cruzada e todo o processo de informação cruzada em nosso cérebro.

O neurônio é uma célula ramificada construída para produzir e gerar impulsos e ao mesmo tempo transmitir conteúdos químicos.
São de tamanhos pequenos ou com dendritos muito grandes (com maior capacidade de cooperar e atuar de modo mais amplo). A parte elétrica é mais simples – tipo digital (ligado ou desligado. As sinapses químicas são mais lentas, tem conteúdos e altera as informações. Sabe-se das sinapses, mas não se explica o porquê (plexo mental complexo) o cérebro é um complexo que aprende quando transmite conteúdo. ISSO É MUITO SIGNIFICATIVO. Muda sempre. Está sempre mudando.

POR QUE DAS SINAPSES?
São conteúdos transportados que são transmitidos. Por que o conteúdo vai adiante? Com toda uma logística de eletricidade, íons, mas por que toda essa logística. Por que das sinapses?
É simples. Os impulsos elétricos são apenas digitais (ligados ou desligados), mas o funcionamento do cérebro é bem mais complexo do que um computador.
Para muitos reducionistas, o cérebro é apenas uma central telefônica, com cabos e transmissões de dados e impulsos... Esse é um dos maiores equívocos das abordagens cognitivistas e computacionais que movem toda a indústria da inteligência artificial e o imaginário da ficção científica motivada por um futuro que não precisará mais de nós (humanos), pois criamos e replicamos máquinas pensantes, superiores a nós mesmos.
A SINAPSE SURGE PARA MUDAR O QUE ESTÁ SENDO TRANSMITIDO.
Não para transmitir.... Isso é muito mais complexo.
Quanto maior o número de sinapses, maior o número de informações (duas sinapses são mais simples). A mesma bioquímica acontece (no neurônio inicial), mas não será a mesma no próximo neurônio.
O EFEITO LÍQUIDO É O SEGUINTE: “A ESTRUTURA DA PRÓPRIA MORFOLOGIA SE MODIFICA QUANDO NÓS A UTILIZAMOS”.
Uma grande descoberta.
AGORA SABEMOS: que o cérebro muda o tempo todo e a todo instante em que acontecemos no mundo. Só se não usar. Células nervosas estão nesse momento crescendo e o stress, mata as células e a precisão das novas lembranças (esquecemos mais estressados).
Células nervosas mudam a cada ligação.
Usar pouco o cérebro é ruim. Como usar uma louça de porcelana apenas no domingo quando se tem visita, para não quebrar. O cérebro é o contrário, tem que se usar muito para ele ficar cada vez melhor.

Se não usá-lo, ele se fragiliza. É como se ter um supercomputador apenas para assistir TV. Isso nos deixa burros, doentes e bestializados. São 23 bilhões de células nervosas apenas no córtex, mais as sinapses que se estima ser em torno de um milhão de bilhão. Um número e tanto.
Cada uma delas são impulsos que modifica a si mesmo quando utilizadas.

Gilson Lima - Doutor em Sociologia das Ciências. Professor CNPQ (aposentado). Pesquisador Industrial. Pesquisador do CEDCIS – Centro de Estudos e Difusão de Conhecimento, inovação e sustentabilidade e pesquisador do LaDCIS - Laboratório de Difusão de Ciência, Tecnologia e Inovação Social. Colaborador do Núcleo de Violência e Cidadania do Programa de Pós-Graduação em Sociologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS. Dr. em Sociologia das ciências. Pesquisador da Rede Nanosoma – nanociência, nanotecnologia e sociedade.  Pesquisador do Research Committee Logic & Methodology and at the Research Committee of the Clinical Sociology Association International Sociological (ISA). Pesquisador Colaborador do Núcleo de Robótica Social in http://robotica.udl.cat/ r
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