segunda-feira, 19 de outubro de 2026

Morreu Thais Russomano, cientista, astronauta, médica brasileira, amiga e parceira de pesquisa


                      Gilson Lima [1] 

Morreu Thais Russomano. Ela foi  referência em medicina espacial para o mundo inteiro e talvez não muito entendida e valorizada aqui no Brasil o que os hereges daqui sabem muito bem como as coisas do conhecimento comexo funciona por aqui.
Morreu aos 63 anos. Nova. Não resistiu a um câncer.
Conheci Thais - essa cientista astronauta -  que foi uma das poucas cientistas nessas bandas que acolheu minha pesquisa simbiótica 3 particularmente do exoesqueleto para cadeirantes paraplégicos e tetraplégicos no Centro de pesquisa em Micro gravidade que ela foi a idealizadora e pasmem funcionava em Porto Alegre extra até aquele momento no início dos anos de 2010 o único dentro de uma universidade (PUCRS) fora dos domínios das pesquisas espaciais por órgãos de Estado e Militares no mundo a fora.
Todos que me conhecem sabem das dificuldades de acolherem minhas pesquisas no Brasil. Ela não precisou muito para entender e fazer isso. 
Lembro que quando mostrei a ela quanto o ambiente de micro gravidade onde atuavam os astronautas que praticamente  não usavam as pernas para ficar de pé e deslocarem poderia ser muito importantes para descobrir estudarmos a situação e indicações dos cadeirantes aqui na Terra também  não podiam, por hora, usarem as pernas para sequer ficar de pé e ainda por cima tinham que enfrentar a gravidade.
Ela imediatamente entendeu e disse: venha para cá vamos ver isso.  Ou seja, espantado me vi acolhido por uma médica cientista e astronauta que é e foi respeitada no mundo inteiro por suas pesquisas e criações de protocolos para a medicina clínica  espacial.
Entre suas principais contribuições está o desenvolvimento, em parceria com os pesquisadores britânicos Lisa e Simon Evetts, do método Evetts-Russomano, uma técnica de reanimação cardiopulmonar adaptada à microgravidade.
Última vez que a encontrei ela estava naquele momento instalada em Londres por falta de apoio às suas pesquisas aqui no Brasil. Típico.
Perdemos uma cientista livre, criativa e inovadora e  uma médica espacial fantástica.  Alguém de muito talento  que fará muita falta. 
Que seja bem acolhida nas estrelas que tanto amou em vida aqui na Terra.




 estava naquele momento instalada em Londres por falta de apoio às suas pesquisas aqui no Brasil. Típico.
Perdemos uma cientista livre, criativa e inovadora e  uma médica espacial fantástica.  Alguém de muito talento que fará muita falta. 
Que seja bem acolhida nas estrelas que tanto amou em vida aqui na Terra. 
 


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1] Gilson Lima/Seu Kowalsky. Cientista, músico, inventor de várias tecnologias, softwares e protocolos clínicos, escritor.

Desde o início dos anos 90, quando concluiu sua tese de mestrado, envolveu em sociobiologia que permitiu a elaboração da sua Teoria Social da Simbiogênese, tendo por referência de base as pesquisas em micro biologia celular de Lynn Margulis.

Ao mesmo tempo em que foi criando e processando a sua teoria simbiótica, realizou múltiplas pesquisas de bancadas com invenções de produtos e processos.

Iniciou suas pesquisas na complexidade em metodologias informacionais e criticando a abordagem cognitivista computacional do cérebro e mente, foi migrando para coordenar por quase duas décadas pesquisas clínicas de pacientes com lesões neurais severas envolvendo interfaces simbióticas entre micro ritmos corporais e displays (terapia magnética).

Na perspectiva da Teoria Social da Simbiogênese, a sociedade é vista como um sistema complexo e dinâmico de interdependências, onde os “indivíduos” e grupos estão constantemente se influenciando e transformando uns aos outros.

A Teoria Social da Simbiogênese propõe ainda uma visão mais integradora das diversas ciências sociais, incluindo a sociologia, a antropologia, a psicologia e a biologia,... Segundo Lima, cada uma das diferentes disciplinas tem uma perspectiva única e importante para compreender as relações sociais, mas é necessário integrar essas perspectivas para ter uma compreensão mais complexta do paradigma e mais abrangente da sociedade.

A teoria da simbiogênese sugere que a evolução dos seres vivos não ocorre apenas por meio da seleção natural, mas também pela integração de novos elementos em suas redes bióticas. A partir da incorporação de novas bactérias que se beneficiam mutuamente, os simbióticos podem evoluir e se adaptar às suas condições de vida de forma mais eficiente.

A teoria da simbiogênese pressupõe que as espécies em um ecossistema são interdependentes e se beneficiam mutuamente em uma relação simbiótica. Essa interdependência não se limita apenas aos organismos vivos, mas também inclui o meio ambiente físico. Nesse contexto, a integração de novas bactérias na rede biótica pode levar a uma nova espécie em evolução: os simbióticos.

Os seres humanos são exemplos mais de simbióticos evoluídos na rede celular, pois contêm em seus corpos uma grande quantidade de bactérias que desempenham funções vitais em seu organismo, como a digestão e a produção de vitaminas, retardo do envelhecimento, etc. Essa relação simbiótica entre os seres humanos e as bactérias que os habitam é fundamental para a saúde e o bem-estar de toda a rede simbiótica.

Em seu último livro: Inteligência Inata, defendeu que a partir da ampla incorporação evolutiva de novas bactérias na sua rede biótica de longo agora que se beneficiam mutuamente, os novos simbióticos podem ainda evoluir e se adaptar às suas condições de vida de forma mais eficiente e mais longeva. 

Para Lima, a emergência dos simbióticos altamente evoluídos e de amplo potencial de inteligência inata, ocorreu muito mais aceleradamente com os humanos nas últimas décadas, ainda que a evolução de sua rede simbiótica em dinâmica cooperativa e fractal com a inteligência inata encontra-se ainda em transição dominada pela velha consciência sináptica humanista, racionalizadora, linear, centralista e ainda dominantemente predadora com o ambiente onde os simbióticos evoluídos acontecem no mundo.  

Atualmente retomou sua atividade como músico compositor, cantor que atuava na adolescência produzindo atualmente suas canções com o codinome Seu Kowalsky. Suas músicas, shows, vídeos podem ser acessados no canal do youtube. 

https://www.youtube.com/c/seukowalskyeosnomadesdepedra

Webpage: http://www.seukowalsly.com.br


 Último Livro: 

https://www.google.com.br/books/edition/Intelig%C3%AAncia_inata_o_caminho_da_intelig/RwZhE

[2] O xilema, também chamado de lenho. É um tecido de condução que apresenta as traqueides. Traqueides são células mortas, alongadas e com extremidades afiladas, presentes no xilema (nesse tecido condutor) das plantas. Elas atuam no transporte de água e sais minerais (seiva bruta) e oferecem suporte mecânico à planta e os elementos de vaso como principais células de condução. Essas células, conhecidas como elementos traqueais, caracterizam-se por serem mortas na maturidade e por possuírem paredes secundárias lignificadas, isso quer dizer, lignina que é um polímero natural complexo encontrado nas paredes celulares das plantas terrestres. Conhecida como o "cimento" da madeira, sua principal função biológica é conferir rigidez, sustentação mecânica e impermeabilidade, permitindo que as plantas cresçam e fiquem em pé. 

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