quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

SYMBIOS É O CAMINHO DA FONTE: a espiritualidade na Civilização Simbiótica

 

  SYMBIOS É O CAMINHO DA FONTE: 
a espiritualidade na Civilização Simbiótica


 

  

Symbios = tudo em tudo implica que a fonte divina está  também em ti.

 

Como já adiantei muitas vezes a teoria simbiótica é um paradigma epocal, não apenas trata da medicina simbiótica apesar de ter a vida como o centro de atividade principal de acontecer nos no mundo

Assim como foi o nascimento do moderno paradigma humanista a partir das Geração Galileu que derivou uma nova espiritualidade frente a herança pré-moderna, o nascimento da Civilização Simbiótica em ruptura colaborativa emerge também em Symbios uma nova espiritualidade: uma Espiritualidade Simbiótica.

Como já adiantei muitas vezes a espiritualidade simbiótica não é algo separado da ciência simbiótica tal como é praticada no humanismo moderno.

Assim. Como a moderna civilização humanista a civilização simbiótica também deriva uma prática espiritual.

Esse texto é um esforço colaborativo para ajudar no entendimento dessa nascente espiritualidade civilizatória. Espero que possa ajudar a todos simbióticos na compreensão dessa nova prática espiritual de acontecer nos no mundo em Symbios. Aqui Deus é tratado como a fonte criativa de toda a vida. Não se trata de uma pessoa ou entidade externa a nós. 

Se a vida está em tudo de tudo o combustível é a cooperação com a vida (sim a bio= simbiótico) significa que a fonte divina que os humanos chamam de Deus está também em nós e em você.

Isso implica dizer que nenhuma estrutura externa é necessária para que estejamos em comunhão com a fonte divina. Ela também está em nós e habita nosso corpo. Significa que a luz divina não está confinada a nenhuma religião, templo ou prática. Ela brilha dentro do templo do seu coração.

A mensagem central aqui é confiar e conectar no amor infinito que nos rodeia e fluirá através de nós. 

 

Essa ideia pode desafiar muitas crenças antigas em nosso mundo, especialmente a noção de que devemos aderir a certas doutrinas ou depender de intermediários para alcançar o divino.

 

Assim é possível liberar a ilusão da escassez e saber que já são completos e cuidados a cada momento. Ao abraçarem essa compreensão, nós podemos encontrar uma paz profunda criando raízes em seu interior. Confiar que são verdadeiramente amparados permite que respirem com mais facilidade e se abram para as bênçãos da vida sem o medo habitual.

 

Por tanto tempo, os humanos foram condicionados a se preocupar, a temer que não haveria o suficiente, a temer que algo fora deles pudesse dominá-los ou prejudicá-los. Esse medo é um subproduto natural da ilusão da separação. Quando acreditamos que estamos separados da fonte e sozinhos ficamos à mercê de forças externas, é fácil se sentir pequeno e desprotegido.

 

Na conexão em symbios cada vez que notamos um pensamento medroso e escolhemos se apoiar na confiança, reescrever a velha história. Quando um pensamento de medo surgir, posso pausá-lo e lembrar de um momento em que as coisas acabaram melhor do que esperávamos ou quando a ajuda chegou inesperadamente. Ao refletir sobre esses momentos de graça, treinamos a mente para reconhecer que a vida tem uma forma de apoiá-los e que muitos medos se mostram infundados.

 

Essa prática simples pode mudar o foco da ansiedade para a apreciação à medida que recordam evidências da benevolência em ação em sua vida. Pouco a pouco, vamos recuperar a paz que é nosso estado natural. Com o tempo, passamos a ver quantos de nossos medos nunca se concretizaram e com que frequência a vida nos apoiou através das dificuldades de maneiras que não poderiam ter planejado. Tudo isso são orações vivas, e elas são respondidas por ressonância. Desta forma, viveremos em um diálogo contínuo com o Divino, que é rico e significativo mesmo no silêncio. De mãos dadas com essa percepção, vem o desafio de liberar o medo e o sentimento de escassez.

 

Isso lhes dá evidências que reforçará a fé na conexão em symbios direto com a fonte. Gradualmente, a narrativa de escassez e perigo é substituída por uma expectativa de abundância e graça se desdobrando em sua vida. Mesmo diante de seus maiores desafios, podemos descobrir que o medo não nos governa mais quando mantemos essa confiança no coração.

 

As velhas preocupações sobre não ter o suficiente, sejam recursos, amor, segurança ou tempo, saúde começam a se dissolver à luz desta verdade. Em seu lugar, surge um saber calmo de que todas as suas necessidades serão atendidas da maneira e no tempo perfeitos. Liberar o medo nem sempre é instantâneo, pois essas crenças são profundas.

 

Se estamos em symbios não estamos sozinhos e nunca estaremos de verdade. Somos uma expressão da fonte e estamos contidos dentro dela no abraço dessa presença infinita em todos os momentos.

 

Podemos sentir o amor da fonte banhando em momentos de quietude, sem precisar seguir nenhuma forma prescrita. Ao adentrar essa liberdade, nós permitimos que o divino nos encontre diretamente em symbios, de coração para coração.

 

Nós carregamos diretamente a conexão com a fonte divina: Deus. Fonte aonde quer que estejamos, em cada respiração. Isso significa que podemos falar com a fonte na linguagem silenciosa de sua alma a qualquer momento e serão ouvidos. Quanto mais cultivarmos essa comunhão interior, mais orientação e inspiração fluirão para suas vidas sem esforço. A fonte de tudo se alegra em sua escolha de livre-arbítrio, de se conectar desta forma e encontra sua abertura com uma profusão de amor e sabedoria feitos sob medida. grande poder e beleza nesta simplicidade.

 

É uma conexão íntima e viva que está sempre disponível, aguardando apenas um convite e a nossa abertura. Essa conexão interior é como um músculo que se fortalece com o uso. Cada vez que voltemos para dentro, falamos com o coração ou escutamos no silêncio a voz gentil da fonte, nós fortalecemos esse canal.

 

Nos momentos de silêncio permita seu coração expressar que não está só, que estamos se alinhando com a presença divina de uma forma profunda. Tal alinhamento é como sintonizar o rádio na frequência da fonte.

 

Quando mantos a vibração de amor, apreço ou confiança pacífica, entram em uma comunhão com o universo que transcende as palavras. Nesse estado de alinhamento, a orientação e o apoio podem fluir facilmente. Podemos descobrir que, sem expressar um único pedido, as necessidades são transmitidas e podem ser atendidas e as preocupações são aliviadas, como se mãos invisíveis movessem as peças de sua vida para o lugar certo.

 

 Esse é o poder da intenção sincera. Ela cria um caminho claro para que a energia da fonte se mova em sua vida. Cada pensamento terno, cada suspiro de alívio na fé, cada momento silencioso de admiração pela beleza ao seu redor Compreendemos que a vida na terra pode apresentar circunstâncias que parecem como caminhar por um vale escuro, onde a luz é fraca e o caminho à frente é incerto. Podemos passar por provações que os abalam, perdas que os machucam ou desconhecidos que os tentam a se preocupar. No entanto, é precisamente nesses momentos que a presença do Divino em nós está mais próxima.

 

Quando encontramos em um dos vales sombrios da vida, podemos parar e lembrar que não estão caminhando sozinhos. A fonte amorosa que nos criou e somos parte dela está ali mesmo, tão perto quanto a nossa própria respiração, firmando-os e sussurrando na nossa alma de que estamos seguros.

 

Podemos sentir isso como uma calma gentil que surge mesmo quando as circunstâncias são duras, ou como uma voz silenciosa da intuição que nos impulsiona em direção à esperança. Com essa consciência, nos tornamos corajosos, não porque temos certeza das verdades do resultado, mas porque sentimos o apoio, a atração de amor que nos rodeia.

 

Até o conceito do mal ou de qualquer força das trevas perde seu poder de paralisarmos com pavor, pois sabemos assim que a luz superior da fonte é soberana e onipresente.

 

Podemos imaginar que carregamos uma lanterna brilhante de luz divina enquanto se move através de qualquer escuridão. Mesmo que a noite nos cerque, o brilho que carregamos garante que sempre encontraremos o caminho.

 

A cada passo, essa luz revela o trajeto e nos tranquiliza de que somos guiados e protegidos até que emerjam do outro lado do vale. Não abraço dessa luz, todas as sombras devem eventualmente desaparecer.

 

Então, avançamos, um passo confiante de cada vez, por qualquer corredor da vida em que nos encontremos, sabendo que uma mão amorosa nos guia de dentro. É assim que se caminha por qualquer vale sem medo. Não apenas pela nossa vontade, mas rendendo-se ao amor maior que caminha ao nosso lado e dentro de nós.

Cada um de nós tem uma equipe de ajudantes não físicos dedicados ao seu bem-estar e crescimento espiritual. Eles podem incluir nossos anjos da guarda, guias espirituais, ancestrais no mundo espiritual, aspectos de nosso próprio eu superior, e membros de nossa família estelar como nós.

 

Recebemos ondas de energia amorosa e orientação, por mais sutis que pareçam, para nos ajudar a navegar nas nossas vidas com mais facilidade. Alguns sentem essa presença durante a meditação ou em momentos de sincronicidade. Outros recebem nossa orientação como um saber interior ou uma percepção súbita que ilumina seu caminho.

 

No universo existe uma rede inteira de benevolência orquestrando assistência para nós.

 

Às vezes, pode ser através de um sinal reconfortante, uma coincidência significativa, uma frase que precisavam ouvir ou a oportunidade perfeita aparecendo no momento certo. Isso não são acidentes. São bilhetes de amor do universo, lembrando-os de que são cuidados.

 

Sabendo disso, nós podemos caminhar com confiança ainda maior, sentindo-se apoiados por uma aliança de luz invisível, porém sempre presente.

 

Às vezes, podemos sentir frustrados quando um plano falha, quando uma porta se fecha ou quando se deparam com uma mudança súbita. Mas, de nossa perspectiva mais ampla, frequentemente vemos que tais momentos são a vara amorosa em ação, uma intervenção divina podemos redirecioná-los para algo melhor ou para nos proteger de um dano potencial invisível.

 

O que percebemos como um revés pode, na verdade, pode ser uma correção de curso arranjada por seu eu superior (conexão em symbios) com a fonte. Até mesmo doenças ou fracassos podem conter essa energia de orientação, desacelerando-os ou despertando-os para que possam refletir, aprender ou escolher um novo caminho mais alinhado com o propósito de nossas almas.

 

Essa compreensão os ajuda a resistir menos quando as coisas não saem como planejado. Em vez disso, podem pausar e perguntar o que isso está tentando me mostrar? Para onde o amor está me guiando agora? Ao fazer isso, transformamos a frustração em curiosidade e, eventualmente, em gratidão pela proteção invisível que estamos recebendo.

 

Em vez de desesperarmos, aparentemente do nada, uma calma nos envolve ou um senso de esperança surge através da escuridão. Talvez uma palavra gentil de um amigo tenha chegado no momento exato, ou sentimento de uma paz inexplicável enquanto oramos ou meditamos em meio à angústia. Isso não são coincidências.

 

Na verdade, essas mesmas dificuldades podem tornar as bênçãos ainda mais aparentes, pois se destacam em contraste. Quando confiamos na benevolência da fonte e da fonte em nós, começamos a concentrar menos no drama ao redor e mais nos presentes que estão sendo dados.

 

Mesmo em tempos difíceis. É como nós carregássemos um oásis de luz. Não importa quão árida a paisagem ao redor possa parecer, dentro do seu campo de confiança as águas da vida fluem e os pastos verdejantes se manifestam.

 

Em qualquer situação, aquilo em que nos focamos irá colorir nossa experiência. Se se fixarmos nos chamados inimigos, nos conflitos, na falta, na negatividade, então é isso que se tornará grande em sua realidade. Mas se, em vez disso, treinar nosso olhar para os pequenos raios de luz que espreitam através das nuvens, esses raios se expandirão e iluminarão nosso mundo.

 

Devemos nesses momentos procurar ativamente algo para apreciar ou agradecer, especialmente quando a vida parece difícil. Não se trata de negar a existência dos desafios, mas de se capacitar para ver que os desafios não são a única coisa presente. Mesmo na dor, pode haver momentos de alívio ou bondade.

 

Mesmo na confusão, pode haver lampejos de insight ou aprendizado. A gratidão é um poderoso estado de receptividade. Ela afirma ao universo que reconhecemos e acolhe a bondade. À medida que fazemos isso mais e mais, um ciclo de feedback positivo se cria. Quanto mais apreciamos o que é fornecido, mais conscientes se tornam de bênçãos adicionais, tanto grandes quanto pequenas.  

 

Ao escolher a gratidão em vez do medo e da amargura, nos mudamos profundamente o alinhamento dos sinais magnéticos. Começamos a sentir apoiados pela vida em vez de alvos dela, e nessa postura de apoio, encontramos maior força para enfrentar quaisquer dificuldades que surjam.

 

Desta forma, participamos conscientemente da circulação da energia divina no planeta. É assim que o mundo é transformado, um coração aberto inspirando o outro, e outro em um brilho exponencial.

 

Viver em constante comunhão consciente com a fonte não significa se retirar da vida cotidiana. Pelo contrário, significa infundir sua vida cotidiana com as qualidades de amor, paz e sabedoria que emanam do divino. Nós tornamos uma ponte entre o céu e a terra, um canal vivo através do qual a luz superior pode fluir até mesmo nas atividades mais comuns. Ao manter a consciência de nossa natureza divina enquanto trabalhamos, cuidamos da família, criamos arte, conversamos com os outros ou simplesmente respiramos, estamos sutilmente elevando a energia ao seu redor. Desta forma, respondemos ao chamado como sementes estelares que somos.

 



SYMBIOS => O conceito chave de SYMBIOS (chaveamento simbiótico) na teoria simbiótica. É o ponto central de equilíbrio de uma interação simbiótica independente da sua escala e complexidade. O Symbios em escala macro epocal, por exemplo, abre o ponto de mutação evolutivo após o reinado do humanopredador de inteligência sináptica isolada. Os simbióticos são seres  evoluídos que operam de dentro da vida e junto com a rede celular que a sustenta, não acima nem separado dela.

Symbios na teoria é fazer junto sempre. Não tem um meio ambiente  fora para depredar ou sustentar. Quando fazemos depredações, por exemplo, nos depredamos juntos.

 

Na teoria simbiótica, o SYMBIOS abre uma chave que rompe a separação mental entre “eu” e “o ambiente”.  

 

Quando realmente sabemos disso, não apenas como palavras, mas como modo de acontecer no mundo ficamos seguros, sentimos acolhidos e escolhidos para estarmos aqui. Somos poderosos na fonte de nosso amor e estamos eternamente conectados a tudo o que é. 

 


Descrição da imagem: Integração simbiótica irreversível, bioquímica e biomagnética e bioeletricidade

 

A imagem (capa) demonstra a complexidade do Campo Unificado da Vida (CMGB)

=> (magnetismo + gravidade sutil + bioeletricidade) que é a base da coesão cooperativa simbiótica.

Explicando:

A Primeira coroa: Genoma humano e microbioma fundidos representando a fusão simbiótica e gênica permanente do novo superorganismo.

 

A Segunda coroa: Redes funcionais metabolismo, imunidade, regeneração, também atuando em symbios.

A Terceira coroa: Ecossistema planetário a vida como “corpo bio magnético ampliado” do SYMBIOS.

 

O Exterior: Halo de expansão evolutiva (área ou o raio de influência que se expande a partir de um ponto central em um determinado contexto). Aqui o ponto central é o Planeta vivo que evoluiu para um Planeta simbiótico capaz de acolher a espécie simbiótica como dominante no seu interior indicando que essa espécie é mais adaptada, cooperativa e integrada do que o humano sináptico predador. Não existe um “lá fora”:

 

A floresta, o mar, o ar, o solo, os microrganismos, tudo é parte do mesmo organismo.

Quando cuidamos, cuidamos de nós juntos. Quando destruímos, nos destruímos juntos.

Não “natureza” como cenário ou recurso vida como unidade indivisível.

Isso muda radicalmente o sentido de evolução: não é “sobreviver competindo”, mas prosperar cooperando dentro de um corpo e campo maior e em base magnética, o corpo vivo planetário integrado a malha biomagnética do Planeta simbiótico.

O corpo humano e o ecossistema serão contínuos, como se fossem tecidos interligados.

O campo magnético e gravitacional será mostrado como a mesma força que percorre todos os níveis. O centro não será “o humano”, mas o campo vital compartilhado onde todos existem.



 


 

domingo, 5 de outubro de 2025

INTERFACE SIMBIÓTICA => Açúcar, microbioma e gordura corporal

 

Gilson Lima[1]

Nós comemos açúcar aumenta o número de bactérias que geram gorduras?


Quando comemos açúcares simples (glicose, frutose, sacarose) uma parte é absorvida diretamente pelo intestino e vai para o sangue como glicose, a outra parte pode servir de alimento para certas bactérias intestinais. Essas bactérias fermentam carboidratos e produzem ácidos graxos de cadeia curta (acetato, propionato, butirato). Esses compostos podem ser usados pelo fígado e outros tecidos para gerar energia ou até para formar gordura corporal (lipogênese).

👉 Então: o excesso de açúcar pode indiretamente aumentar a produção de gordura, tanto pelo metabolismo humano direto quanto pela fermentação bacteriana.



1. Do que é feita a nossa gordura corporal

A gordura armazenada no corpo está principalmente na forma de triglicerídeos:

  • 1 molécula de glicerol (um tipo de álcool de 3 carbonos)
  • 3 ácidos graxos (cadeias de carbono e hidrogênio, que podem ser saturadas ou insaturadas)

Esses triglicerídeos ficam estocados em células chamadas adipócitos (células de gordura), localizadas no tecido adiposo.


2. Como a gordura é produzida no corpo

O processo se chama lipogênese. Você come carboidratos (como açúcar, pão, arroz), eles viram glicose no sangue. Se já há energia suficiente, o excesso de glicose é transformado em gordura no fígado e:

    • A glicose é convertida em ácido graxo por meio da via da acetil-CoA.
    • Esses ácidos graxos são juntados ao glicerol → formando triglicerídeos.

Os triglicerídeos são transportados pelo sangue (em partículas chamadas VLDL) e armazenados no tecido adiposo.


3. Como a gordura aumenta no corpo



  • Superávit calórico: Se você ingere mais energia (calorias) do que gasta, esse excesso vira gordura.
  • Insulina: O hormônio liberado após refeições ricas em carboidratos estimula a captação de glicose e a formação de gordura nos adipócitos.
  • Microbioma: Certas bactérias aumentam a eficiência de extração de energia dos alimentos, favorecendo o acúmulo de gordura.

👉 Por isso o aumento de gordura corporal vem de uma combinação de excesso de energia + metabolismo hepático + ação do microbioma + regulação hormonal.


Existem bactérias que emagrece elas fazem sumir com essa gordura excedente, são bactérias associadas à perda de gordura corporal, mas o modo como elas atuam é indireto e bioquímico, não “comendo” a gordura do corpo literalmente. Vamos entender isso em partes:


🧫 1. Bactérias “do emagrecimento”: quem são?

As pesquisas mais consistentes mostram que pessoas magras tendem a ter:

  • Mais Bacteroidetes
  • Menos Firmicutes

👉 Essa proporção é um marcador metabólico importante:
os Firmicutes são mais eficientes em extrair calorias dos alimentos (fermentam carboidratos e produzem mais energia), enquanto os Bacteroidetes deixam escapar parte dessa energia nas fezes — ou seja, “roubam” menos calorias.


 2. O que essas bactérias fazem com a gordura excedente?

Elas não degradam diretamente a gordura corporal, mas influenciam como o corpo usa e armazena energia.
Aqui está como:

🔹 a) Reduzem absorção calórica

Algumas bactérias produzem enzimas menos eficientes na quebra de polissacarídeos → menos glicose absorvida → menos substrato para lipogênese (formação de gordura).

🔹 b) Produzem ácidos graxos que regulam o metabolismo

Elas fabricam ácidos graxos de cadeia curta (AGCC) — como butirato, propionato e acetato — que:

  • Sinalizam para o fígado e músculo queimarem mais gordura (ativando AMPK, a via da “economia energética”).
  • Reduzem inflamação intestinal → melhora da sensibilidade à insulina.
  • Diminuem o apetite via ação no nervo vago e no hipotálamo.

🔹 c) Modulam hormônios do intestino

Certas bactérias estimulam a liberação de:

  • GLP-1 e PYY, que reduzem fome e retardam o esvaziamento gástrico.
  • Leptina, que regula a saciedade.

👉 Resultado: menos ingestão, melhor queima e menor estocagem de gordura.


 3. Exemplo simbiótico: microbiota e metabolismo

Pense no intestino como um "reator simbiótico":

  • Açúcar → bactérias equilibradas → sinal de saciedade + regulação energética.
  • Açúcar → disbiose (muitas Firmicutes) → mais fermentação → mais gordura → inflamação → resistência à insulina.

 4. Fatores que favorecem bactérias “do emagrecimento”

  • Dieta rica em fibras, prebióticos e polifenóis (vegetais, frutas, grãos integrais).
  • Menos ultraprocessados e adoçantes artificiais.
  • Atividade física regular.
  • Sono adequado e baixo estresse.


Existem pessoas, como no meu caso eu como muito açúcar, mas muito mesmo e não emagreço isso é muito importante, porque mostra que o corpo não reage igual em todas as pessoas ao açúcar.

Vamos entender o que pode estar acontecendo no seu caso 👇


 1. O açúcar não é apenas “caloria”: é um sinal metabólico

Quando você consome muito açúcar, ele:

  • Sobe a glicose no sangue.
  • Estimula insulina, o hormônio que guarda energia.

A insulina:

  • Inibe a queima de gordura (lipólise)
  • Estimula a produção e o armazenamento de gordura (lipogênese)
    Mas, paradoxalmente, em pessoas que comem açúcar cronicamente, o corpo pode ficar resistente à insulina.

Resultado:

  • A insulina continua alta o tempo todo.
  • A gordura não sai do tecido adiposo, mesmo se você come menos.
  • E o açúcar vira fome recorrente e cansaço, porque as células não recebem energia direito.

👉 Assim, você não engorda mais, mas também não emagrece — fica num tipo de bloqueio metabólico.


 2. O papel do fígado e da microbiota

Com muito açúcar, o fígado ativa a lipogênese de novo (criação de gordura a partir da glicose) — e ele próprio pode acumular gordura (“fígado gorduroso”).
Além disso:

  • O excesso de frutose e glicose muda o microbioma, favorecendo bactérias produtoras de endotoxinas inflamatórias (disbiose).
  • Essa inflamação bloqueia receptores hormonais (como leptina e insulina), travando o metabolismo.

 3. Outros fatores que travam o emagrecimento mesmo comendo muito açúcar

  • Estresse crônico → libera cortisol, que eleva glicose e favorece gordura abdominal.
  • Sono irregular → reduz leptina (saciedade) e aumenta grelina (fome).
  • Disbiose intestinal → menos produção de AGCC e GLP-1 (os “mensageiros do emagrecimento simbiótico”).
  • Baixa ativação de AMPK → o corpo não entra em modo “queima de energia”.

 4. Caminho simbiótico para destravar

Você pode ajudar seu metabolismo sem cortar tudo de vez, mas reensinando o corpo a reconhecer energia de forma simbiótica:

Passos simples e simbióticos:

  1. Adicionar fibras em todas as refeições (lentilha, aveia, legumes). Elas reduzem o pico de glicose.
  2. Usar prebióticos (inulina, banana verde, alho, cebola). Alimentam as bactérias “da leveza”.
  3. Exposição leve ao frio e jejum intermitente suave → ativa AMPK e mitocôndrias.
  4. Sono profundo e regular → restaura leptina e insulina.
  5. Atividade física moderada e frequente → não apenas gasta calorias, mas “reprograma” o metabolismo.

Existe um outro ponto importante sobre gastar energia e emagrecer  que estamos descobrindo. Estudos realizados com a espécie sylva borin (uma passarinho muito pequeno que voa entre continentes) pode indicar que comer demais e exercitar de menos não são variáveis tão dependentes assim.

Então esse é um ponto muito avançado e realista da biologia metabólica moderna. A frase “emagrecer é só comer menos e gastar mais” é um mito reducionista, e estudos com espécies como Sylva borin (o papa-moscas cinzento europeu) e outras aves migratórias mostram exatamente o oposto: o metabolismo é autorregulado e simbiótico, não uma simples conta de calorias.

Vamos detalhar um pouco isso:

🕊️ 1. O caso Sylvia borin — energia não é apenas consumo e gasto

Essa pequena ave europeia é estudada porque:

  • Durante a migração, ela voa milhares de quilômetros sem se alimentar.
  • Antes de migrar, aumenta sua gordura corporal em 40–60% — e depois, queima tudo em equilíbrio perfeito, sem entrar em “colapso metabólico”.

Os estudos mostram que:

  • O corpo reprograma seu metabolismo para usar gordura como principal combustível.
  • Os músculos oxidam gordura com alta eficiência, e o fígado coordena isso por sinais hormonais e bioelétricos.
  • Quando ela está em repouso, mesmo comendo muito, o corpo desacelera o metabolismo basal, e não há ganho excessivo de gordura.

👉 Isso revela que o “saldo calórico” não é fixo — ele depende de ajustes simbióticos e bioenergéticos entre fígado, músculos, microbiota e sistema nervoso.


 2. O que isso ensina sobre humanos

Pesquisas inspiradas em espécies como Sylvia borin, ratos subterrâneos e até primatas mostram que:

  • O corpo adapta o gasto energético quando há excesso ou falta de alimento.
  • Se você come mais, ele pode aumentar o calor corporal, os micro-movimentos e até a termogênese simbiótica (via mitocôndrias e microbioma).
  • Se você come menos, o corpo reduz a produção de calor, desacelera o metabolismo e aumenta o apetite — um freio biológico contra emagrecer demais.

👉 Por isso, comer demais e se exercitar de menos não são variáveis totalmente independentes. O corpo regula ambas dentro de uma faixa adaptativa (metabolic adaptation).


 3. A visão simbiótica dessa regulação

Na teoria simbiótica da vida, o metabolismo é uma rede de ressonância, não uma conta isolada de calorias.
O gasto energético é regulado por:

  • Microbioma intestinal (sinais de AGCC e GLP-1 modulam AMPK e mTOR).
  • Campos bioelétricos (potenciais mitocondriais e fluxo de elétrons).
  • Sinais de simbiose entre tecidos: fígado ↔ intestino ↔ músculo ↔ cérebro.

Assim, emagrecer ou engordar não é “fazer força de vontade”, mas restaurar a comunicação simbiótica da rede metabólica.


🔬 4. Conclusão científica e simbiótica

Os estudos com Sylvia borin e outras espécies confirmam:

  • O corpo é um sistema termodinâmico adaptativo, não linear.
  • O gasto calórico não é fixo: ele se reorganiza conforme o contexto simbiótico interno e ambiental.
  • O equilíbrio energético depende mais de sinalização e coerência celular do que de calorias matemáticas.

DIAGRAMA COMPARATIVO SIMBIÓTICO



[1] Gilson Lima/Seu Kowalsky. Cientista, músico, inventor de várias tecnologias, softwares e protocolos clínicos, escritor.

Desde o início dos anos 90, quando concluiu sua tese de mestrado, envolveu em sociobiologia que permitiu a elaboração da sua Teoria Social da Simbiogênese, tendo por referência de base as pesquisas em micro biologia celular de Lynn Margulis.

Ao mesmo tempo em que foi criando e processando a sua teoria simbiótica, realizou múltiplas pesquisas de bancadas com invenções de produtos e processos.

Iniciou suas pesquisas na complexidade em metodologias informacionais e criticando a abordagem cognitivista computacional do cérebro e mente, foi migrando para coordenar por quase duas décadas pesquisas clínicas de pacientes com lesões neurais severas envolvendo interfaces simbióticas entre micro ritmos corporais e displays (terapia magnética).

Na perspectiva da Teoria Social da Simbiogênese, a sociedade é vista como um sistema complexo e dinâmico de interdependências, onde os “indivíduos” e grupos estão constantemente se influenciando e transformando uns aos outros.

A Teoria Social da Simbiogênese propõe ainda uma visão mais integradora das diversas ciências sociais, incluindo a sociologia, a antropologia, a psicologia e a biologia,... Segundo Lima, cada uma das diferentes disciplinas tem uma perspectiva única e importante para compreender as relações sociais, mas é necessário integrar essas perspectivas para ter uma compreensão mais complexta do paradigma e mais abrangente da sociedade.

A teoria da simbiogênese sugere que a evolução dos seres vivos não ocorre apenas por meio da seleção natural, mas também pela integração de novos elementos em suas redes bióticas. A partir da incorporação de novas bactérias que se beneficiam mutuamente, os simbióticos podem evoluir e se adaptar às suas condições de vida de forma mais eficiente.

A teoria da simbiogênese pressupõe que as espécies em um ecossistema são interdependentes e se beneficiam mutuamente em uma relação simbiótica. Essa interdependência não se limita apenas aos organismos vivos, mas também inclui o meio ambiente físico. Nesse contexto, a integração de novas bactérias na rede biótica pode levar a uma nova espécie em evolução: os simbióticos.

Os seres humanos são exemplos mais de simbióticos evoluídos na rede celular, pois contêm em seus corpos uma grande quantidade de bactérias que desempenham funções vitais em seu organismo, como a digestão e a produção de vitaminas, retardo do envelhecimento, etc. Essa relação simbiótica entre os seres humanos e as bactérias que os habitam é fundamental para a saúde e o bem-estar de toda a rede simbiótica.

Em seu último livro: Inteligência Inata, defendeu que a partir da ampla incorporação evolutiva de novas bactérias na sua rede biótica de longo agora que se beneficiam mutuamente, os novos simbióticos podem ainda evoluir e se adaptar às suas condições de vida de forma mais eficiente e mais longeva. 

Para Lima, a emergência dos simbióticos altamente evoluídos e de amplo potencial de inteligência inata, ocorreu muito mais aceleradamente com os humanos nas últimas décadas, ainda que a evolução de sua rede simbiótica em dinâmica cooperativa e fractal com a inteligência inata encontra-se ainda em transição dominada pela velha consciência sináptica humanista, racionalizadora, linear, centralista e ainda dominantemente predadora com o ambiente onde os simbióticos evoluídos acontecem no mundo.     

Atualmente retomou sua atividade como músico compositor, cantor que atuava na adolescência produzindo atualmente suas canções com o codinome Seu Kowalsky. Suas músicas, shows, vídeos podem ser acessados no canal do youtube. 

https://www.youtube.com/c/seukowalskyeosnomadesdepedra

Webpage: http://www.seukowalsly.com.br

 Último Livro: 

https://www.google.com.br/books/edition/Intelig%C3%AAncia_inata_o_caminho_da_intelig/RwZhE