quinta-feira, 9 de abril de 2026

A EMERGÊNCIA DA MEDICINA SIMBIÓTICA

 


Gilson Lima (1)



Novas descobertas reafirmam a importância de uma nova medicina simbiótica que supere a concepção humanista da medicina.

Já conseguimos demonstrar que, se você pegar humanos magros e obesos, coletar suas fezes e transplantar as bactérias para camundongos, você pode fazer com que o camundongo fique mais magro ou mais gordo, dependendo de qual microbioma ele recebeu.

A suplementação da dieta de ratos obesos com bactérias que promovem a perda de peso também ajudou os ratos a emagrecerem. Isso é realmente incrível, não é?

Essa é a grande esperança para emergência da nova medicina simbiótica: os micróbios possam ser a base de uma nova forma de medicina. Estamos começando a entender e conhecer inclusive, bactérias e micróbios como medicamentos.

Já existem evidências de que reparar o microbioma de uma pessoa pode ​​realmente levar à remissão em doenças como a colite ulcerativa, um tipo de doença inflamatória intestinal.

Imagine: câncer, diabete, reposição de cartilagem, eliminação da dinâmica degenerativa do envelhecimento e um imenso universo de possibilidades de doenças do super organismo simbiótico, ainda que  imerso na forma humanoide,  estará nas nossas atividades clínicas e médicas do futuro não muito distante e cada vez mais intensivo.

Os praticantes  da  medicina humanista estão, na sua maioria, ainda centrados nas células humanas de nossos corpos. Infelizmente acreditam que todas as bactérias e vírus são nocivos. Imagine o choque do paradigma dessa minha nova abordagem de que as bactérias, vírus são parceiros de longo agora e   parte integrante e até imensamente majoritários na composição da própria e  atual massa corporal humanoide  desse novo super organismo  simbiótico. 

A medicina simbiótica está emergindo e o monitoramento do nosso microbioma em breve se tornará uma prática diária, fornecendo uma mina de ouro de informações sobre nossa saúde.

 É incrível pensar que até em cada colher de chá de nossas fezes contém mais dados no DNA desses micróbios do que seria necessário até mesmo  para armazená-los em uma tonelada até mesmo  de memória de potentes computadores, digo isso, porque muitos humanistas acham computadores algo mais relevante do que a rede simbiótica celular viva.

No momento, cada vez que fazemos um desses despejos de dados, estamos simplesmente descartando essas informações preciosas para a vida também.

No futuro, não muito distante, assim que dermos descarga, o sistema fará algum tipo de leitura instantânea e lhe dirá se você está indo na direção certa  da simbiótica ou na direção errada – antibiótica e despejará de modo distribuído  devidamente para  reabilitação vital e atividades clinicas.

Se isso acontece nas fezes, imagine no resto. 


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[1] Gilson Lima/Seu Kowalsky. Cientista, músico, inventor de várias tecnologias, softwares e protocolos clínicos, escritor.

Desde o início dos anos 90, quando concluiu sua tese de mestrado, envolveu em sociobiologia que permitiu a elaboração da sua Teoria Social da Simbiogênese, tendo por referência de base as pesquisas em micro biologia celular de Lynn Margulis.

Ao mesmo tempo em que foi criando e processando a sua teoria simbiótica, realizou múltiplas pesquisas de bancadas com invenções de produtos e processos.

Iniciou suas pesquisas na complexidade em metodologias informacionais e criticando a abordagem cognitivista computacional do cérebro e mente, foi migrando para coordenar por quase duas décadas pesquisas clínicas de pacientes com lesões neurais severas envolvendo interfaces simbióticas entre micro ritmos corporais e displays (terapia magnética).

Na perspectiva da Teoria Social da Simbiogênese, a sociedade é vista como um sistema complexo e dinâmico de interdependências, onde os “indivíduos” e grupos estão constantemente se influenciando e transformando uns aos outros.

A Teoria Social da Simbiogênese propõe ainda uma visão mais integradora das diversas ciências sociais, incluindo a sociologia, a antropologia, a psicologia e a biologia,... Segundo Lima, cada uma das diferentes disciplinas tem uma perspectiva única e importante para compreender as relações sociais, mas é necessário integrar essas perspectivas para ter uma compreensão mais complexta do paradigma e mais abrangente da sociedade.

A teoria da simbiogênese sugere que a evolução dos seres vivos não ocorre apenas por meio da seleção natural, mas também pela integração de novos elementos em suas redes bióticas. A partir da incorporação de novas bactérias que se beneficiam mutuamente, os simbióticos podem evoluir e se adaptar às suas condições de vida de forma mais eficiente.

A teoria da simbiogênese pressupõe que as espécies em um ecossistema são interdependentes e se beneficiam mutuamente em uma relação simbiótica. Essa interdependência não se limita apenas aos organismos vivos, mas também inclui o meio ambiente físico. Nesse contexto, a integração de novas bactérias na rede biótica pode levar a uma nova espécie em evolução: os simbióticos.

Os seres humanos são exemplos mais de simbióticos evoluídos na rede celular, pois contêm em seus corpos uma grande quantidade de bactérias que desempenham funções vitais em seu organismo, como a digestão e a produção de vitaminas, retardo do envelhecimento, etc. Essa relação simbiótica entre os seres humanos e as bactérias que os habitam é fundamental para a saúde e o bem-estar de toda a rede simbiótica.

Em seu último livro: Inteligência Inata, defendeu que a partir da ampla incorporação evolutiva de novas bactérias na sua rede biótica de longo agora que se beneficiam mutuamente, os novos simbióticos podem ainda evoluir e se adaptar às suas condições de vida de forma mais eficiente e mais longeva. 

Para Lima, a emergência dos simbióticos altamente evoluídos e de amplo potencial de inteligência inata, ocorreu muito mais aceleradamente com os humanos nas últimas décadas, ainda que a evolução de sua rede simbiótica em dinâmica cooperativa e fractal com a inteligência inata encontra-se ainda em transição dominada pela velha consciência sináptica humanista, racionalizadora, linear, centralista e ainda dominantemente predadora com o ambiente onde os simbióticos evoluídos acontecem no mundo.     

Atualmente retomou sua atividade como músico compositor, cantor que atuava na adolescência produzindo atualmente suas canções com o codinome Seu Kowalsky. Suas músicas, shows, vídeos podem ser acessados no canal do youtube. 

https://www.youtube.com/c/seukowalskyeosnomadesdepedra

Webpage: http://www.seukowalsly.com.br


 Último Livro: 

https://www.google.com.br/books/edition/Intelig%C3%AAncia_inata_o_caminho_da_intelig/RwZhE


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